De caco em caco, de grão em grão.
Do pó ao pó e da verdade, somente
a veracidade.
Dia a dia, noite pós noite, flagelo
destemido a sobrevoar a alma!
Saudade irrefutável, tétrica melodia,
melancólica falta de olhares.
De caco a caco, de sonho em sonho,
saltitar, perseverar.
Amar, palpável ou dúvida inseparável?
Amor, um fato ou enfadonha
esperança?
Cruzar os olhares, sorrisos amarelos
pós turbilhão emocional, irracional.
Crianças a brincar com o perigo,
com o delírio!
Do pó ao pó e da verdade, somente
nós.
A buscar, a perdoar, a sanar corações...
A ludibriar o passado, a evocar um
começo.
- Real...
- Tangível...
De caco a caco e do pó ao pó!
Carinho, verdadeiro caminho...
Sorrindo, infante sentimento.
Renasceu, brotou!
Do pó ao corpo, e da verdade , nós
a caminhar.
Furtiva visão, delírio e emoção...
Mãos, braços e pele...
Do caco a reconstrução!
E da vida o sorver feliz...
Realidade, eterna...
Eterna realidade!
Nenhum comentário:
Postar um comentário