sábado, 18 de julho de 2020

Solidão

      Ano pós ano...
      Dia pós dia...

      Um vazio grande.
      Uma imensa lacuna!

      Um derivado mórbido do ter 
      e não ter.
      Silhuetas na janela!

      Lembranças de outrora, embevecidas
      em um imenso turpor!
      A infancia largada, em uma idade
      adulta.
      Um paradoxo eterno!

      O bem contra o mal...
      A guerra dos cem anos vívidas, onde 
      a batalha sempre será travada!

     Memórias de um demente, que busca
     reconsiliar, internamente o seu eu!

     Acordar em um porto seguro...
     Em lugar chamado de seu!

     Ficar raízes...
     E sonhar com o amanhã!

     Festejar o natal diário e concluir
     que na vida, o merecimento vem,
     Para quem espera algo melhor!