Dia pós dia...
Um vazio grande.
Uma imensa lacuna!
Um derivado mórbido do ter
e não ter.
Silhuetas na janela!
Lembranças de outrora, embevecidas
em um imenso turpor!
A infancia largada, em uma idade
adulta.
Um paradoxo eterno!
O bem contra o mal...
A guerra dos cem anos vívidas, onde
a batalha sempre será travada!
Memórias de um demente, que busca
reconsiliar, internamente o seu eu!
Acordar em um porto seguro...
Em lugar chamado de seu!
Ficar raízes...
E sonhar com o amanhã!
Festejar o natal diário e concluir
que na vida, o merecimento vem,
Para quem espera algo melhor!
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