Amigo estás distante, porém um
um continente de distância não é
suficiente para esquecer.
Sinto a alegria que emanam das
palavras proferidas.
O riso alegre, que por uma ou outra
razão destilavas, todas as manhãs.
O timbre difônico da tua voz, marcou
o nosso último encontro!
E mesmo eu querendo esquecer, a
alegria de chamar-te amigo, não
permitiria.
Com a pena e o papel em mãos,
escrevo nos amplos papiros da história
moderna, fim do século vinte!
E ao entrar no vinte e um, sairemos de
nossas clausuras.
Para então, ver o sol apontar no
horizonte.
E rindo, a distância continental acabará
e lado a lado direi...
Amigo como vai?
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