quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Paradoxo

    Silhuetas ao vento, brisas na sombra.
    Paradoxo poético de uma visão
    distorcida.

    Puramente intelecto, o bom e o mau,
    a eterna luta entre Deus e o Diabo!

    Humana ignorância, crendices
    infundadas, demências patológicas
    de famintos seres por respostas.

    Más  há algo de estranho, e como
    do nada, a maturidade pede passagem.

    Crescer depois de adulto...
    Sensação de liberdade infinita!

    Silhuetas ao vento, a minha e a tua,
    quem eres?

    Não sei, não deu tempo ainda.
    Mesmo depois de tantas juras.

    Brisas na sombra, na minha, na tua
    a espera de um bom senso.

    Um beijo a ser selado, por tão volúpia
    gana de ser feliz.
   

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