Silhuetas ao vento, brisas na sombra.
Paradoxo poético de uma visão
distorcida.
Puramente intelecto, o bom e o mau,
a eterna luta entre Deus e o Diabo!
Humana ignorância, crendices
infundadas, demências patológicas
de famintos seres por respostas.
Más há algo de estranho, e como
do nada, a maturidade pede passagem.
Crescer depois de adulto...
Sensação de liberdade infinita!
Silhuetas ao vento, a minha e a tua,
quem eres?
Não sei, não deu tempo ainda.
Mesmo depois de tantas juras.
Brisas na sombra, na minha, na tua
a espera de um bom senso.
Um beijo a ser selado, por tão volúpia
gana de ser feliz.
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