O orvalho ainda se encontrava
fresco sobre as rosas.
A manhã, bosque selvagem e
virgem coberto pela nossa
Ave Maria!
O Natal, ah... o natal diário do
quebrar da casca do pássaro
é o uivo de amor da loba ao
parir sua cria.
O orvalho ainda se encontrava
fresco na tarde exuberante, e a
loba lambia a sua cria.
Os botões de rosas se abriam e
e logo tímidos retomavam a sua
meiga posição.
Aquele bosque selvagem coberto
pela nossa Ave Maria ergueu-se
no esplendor da noite.
Luar, a única luz a penetrar nos
vastos campos do nosso bosque
Maria!
O riacho murmurava lentamente
durante a madrugada. E os filhotes
descansados em seu sono e em
seus sonhos.
E passaram-se as horas, e um canto
de louvor descendia do mais alto
carvalho. Era Maria a ave em seu
ninho de mãe.
E nesse canto Maria à Ave Maria
transmutava a beleza do nosso
Criador.
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