terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Entrelinhas

   Quem sou eu para afirmar que o
    tempo passou desapercebido.

    Estando aqui em um regresso depois
    de tanto, tanto tempo!

    Os hábitos nobres, o linguajar distinto
    de chefes saxônicos.

    Não serei eu totalmente leigo na arte
    da reencarnação?

    Nas entrelinhas das vidas uma
    certeza, um encontro ou um reencontro
    eviterno.

    Presente se faz ao som de um velho
    sussurro,  que acompanha a alma
    etérea.

    A história mostrou as entrelinhas da
    ciência, dando margens as nossas
    essências imortais.

    Afoguemonos então, no mar da
    insegurança científica.

    Mostremos a paz do outro lado da
    extensa ponte.

    Pois, já que juramos uma eterna
    parceria além da matéria, busquemos
    nos encontrar!

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