Gritos selvagens no escuro, a dor
da morte?
Asneira!
Um pranto alegre, vivo se instalou
em um ventre impoluto.
Faceiro, com a vivacidade da jovem
a esperar!
Renascer, aprendizado ou mórbida
inutilidade?
Pensamento difuso...
Besteira!
Durou como tarda o chegar da
primavera.
Em cores alegres, multicores de
tentações alopradas.
O vício de rir do platônico,
repetidamente a fluir dos nossos
lábios.
Os olhares libidinosos, em desejos
obscenos.
Nossos corpos, entrelaçados como
em um nó de marinheiro ao retornar
de um prostíbulo.
Com sede fomos ao pote, renascendo
a cada gemido, em cada gota de suor.
Tanta força e tanta paixão, no entanto
um reflexo nos despertou.
O nosso espelho, um fim e um
recomeço!
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