segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

O Reencontro Milenar

    As profecias mais doces, foram
    as palavras que exalastes dos teus
    lábios de framboesa!

    Quem se não o pobre tambor da
    solidão, pode decodificar tão doce
    passagem.

    As mais doces das doces palavras,
    que inúmeras vezes vieram enfeitar
    o acordeon, que tocava um conhecido
    tango.

    O crepúsculo do dia, tornou-se um
    caramelo que de tão dourado, derreteu
    ao escutar os risos!

    A formosura do teu ser sereno, as
    miudesas das palavras proferidas.

    O grito que ecoa do peito, para o
    anfiteatro da saudade.

    Quero nestes versos, poder dizer tão
    disfarçadamente, o orgulho que tenho
    em gostar verdadeiramente de você.

    O diminutivo dos diminutivos da
    palavra saudade, agigantou-se, que
    o estrilo de amor ouviu-se no
    hemisfério sul.

    E duradouro como um diamante, um
    minuto de sensatez!

    Quanta dor há em não ser
    correspondido...

    Os anos passam e ao regressar a ilha
    bela, o reencontro.

    E hoje, como quem adivinha o futuro,
    antevejo a harmonia eterna de um par.

    A nossa volta, pequenos pontos de
    luzes à clamar os nossos cuidados.

    E como foi profetizado ontem, a mais
    doce palavra, realizou-se.

    Uma união de dois seres!

    Um reencontro milenar!

  

Nenhum comentário:

Postar um comentário