Batendo as asas do passado que
agora encontra-se completo, hoje
o ontem e o sempre, estiveram ao
lado da figura eterna da sua evolução.
Estive perante várias experiências,
cósmicas e fluídicas.
Ó Jesus, que tudo vê!
Mostre a luz ao cego que não quer
ver, que o agora é a hora de buscar
novos horizontes, cuja forma não
virá em bandeja de prata!
Permita que o surdo ignorante não
perca tempo, e possa cantar a seus
próprios ouvidos, a melodia do
canhão adormecido.
Erguei o deficiente de sua prisão,
mostrando-lhe o quão belo é o
caminhar junto a ti!
E quando isso acontecer, a parva
humanidade, deixará a escuridão
parcial.
O sempre da paz principiar, com
luz e robustez!
Em um milênio sintônico, aos
cuidados de vossas mãos!
Nenhum comentário:
Postar um comentário