Perdoa- me, fui rápido demais
atropelando o seu tempo!
Perdoa-me, não fui capaz de freiar
e me deter a tempo!
Mas como deter-se a tamanha beleza,
que ferida prefere estar só, na jornada
infinita da vida.
Rimos e choramos juntos de uma tal
forma, que um vínculo inquebrantável
de muito carinho foi criado,
materializado.
E mais uma vez te atropelei,
afugentando o seu espírito já tão
sofrido.
Não me culpe a inconsequência é
inerente ao poeta, que vive
intensamente.
Somente me perdoe, pois a vida é
feita de perdão, principalmente
quando o erro for causado pelo amor.
Ricardo Pereira
Nenhum comentário:
Postar um comentário